terça-feira, 22 de abril de 2008


Solta de correntes, contenta-se em narrar o que vive, e se o narra é porque o vive nos prados inventados, páginas de sobriedade que aborrecem de morte repletas do gosto amargo das partidas no viver que é pão, no fermento que é sexo, a senda mais perigosa que a consome.



cito " M ", arrebatada pela maré de citadel

Seguidores

Povo que canta não pode morrer...

Beirute.Nantes

Loading...

Arquivo do blogue

Pesquisar neste blogue

Acerca de mim

A minha foto

"A coisa mais fina do mundo é o sentimento. " (Ensinamento) Adélia Prado