quarta-feira, 18 de março de 2009


Lisboa tinha o mar mesmo ali. soberbo e submisso em ondas de volúptia. em carradas de peixes luminosos e traineiras brancas e azuis com nomes em letras grandes e vermelhas. lembrou-se da fogueira dos ciganos. do mistério rubro que andava à solta pelas noites de Agosto.







Isabel Mendes Ferreira

in “A mais loura de Lisboa "

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