segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

2009



Vem aí o novo. Nem devíamos olhar para trás mas é tão essencial a experiência da caminhada. “Quero não o que está feito mas o que tortuosamente ainda se faz” disse Clarice Lispector. Mesmo que relampejem que virão dias piores. Da clausura para o acontecer, da escuridão para o brilho, da ponte para o laço tudo é nova estrada. E no caos há que inventar novas formas de viver, regressar ao equilíbrio mesmo que dolorosamente. Não há receita ou talvez haja dentro de nós. No sopé de uma montanha imensa por escalar de um modo ou de outro toda a gente há-de lá chegar, nem que seja por arrasto. Pode-se entrar ferido mas sai-se abençoado.Para que serviremos amanhã, além de produzir para outros e sobreviver? Urgem humanos renovados. Urgem humanos com letra grande.




Com um molho de passas, o champanhe e ao som das doze badaladas brindarei aos amores da vida de um só trago.




3, 2, 1… todos felizes?




(in “Pedaços da M” ) http://newcitadel.blogspot.com/


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