sábado, 19 de dezembro de 2009








Ontem na ADICENSE, em Alfama, mesmo junto ao Museu do Fado, foi assim como as imagens documentam (as fotografias não são boas, a máquina está a precisar de reforma (pedi uma mais moderna ao Pai Natal!), mas fica a intenção, a vontade de não deixar fugir o instante, a vontade de partilhar a emoção deste jantar _ canto livre, com Fanha, Francisco Fanhais, saudosas vozes. Em que o Vitorino cantou "Traz outro amigo também" e recordou que uma canção pode salvar uma vida. Na verdade, assim aconteceu com a canção que o Zeca dedicou ao Alípio de Freitas, um alerta que o tornou visível aos olhos do mundo. Uma noite para reunir amigos, cantadores, poetas e, sobretudo, para lembrar, cantando e contando ___________ que a liberdade é um bem perecível.
Uma noite de "quase Natal" para lembrar (e foi o Alípio que lembrou) que existe no céu, visível em noites de breu, uma constelação chamada constelação da utopia, para onde vão todos aqueles que, no mundo, tombaram (e que continuam a tombar) em defesa da Liberdade e dos direitos humanos. Eles tombam e a Terra recebe o seu corpo, mas não morrem, transformam-se em estrelas e essas estrelas desenham no céu a mais bela de todas as constelações. __________________________________________________


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