segunda-feira, 2 de junho de 2008





Fotografia http://www.stevenkenny.com/index.html







É triste ser vampiro, mas
está-me na natureza o apetite;
vou-me esquecer agora do limite
que me impus noutra hora mais discreta,
dar-me todo à fome, e devorar-te
sem teia, nem fio, nem arte.



in Aracne (Assírio & Alvim), poema de António Franco Alexandre




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