segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Não me vês








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Estas imagens parecem-nos estar aqui para durar sempre, embora não representem senão um instante. O espaço, a sua visão fragmentada, apontam para uma temporalidade ameaçada e suspensa. Dario Alves dá forma a um paraíso das imagens do quotidiano, que não morrem, embora esse seja o seu destino. A certeza do traço, a claridade da pintura e das cores que amadurecem serenamente sobre a tela, falam-nos de uma Primavera incorruptível, de uma estação radiante dos sentidos, emolduradas por um equilíbrio perfeito, pela harmonia de todos os elementos da composição. O movimento está latente na serenidade das poses, um movimento interior, apelando a uma transformação, à "outra vida" que a arte sempre persegue.Maria João Fernandes, catálogo Dario Alves/trabalhos de casa/Árvore/1996

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