quinta-feira, 18 de março de 2010





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Toda a gente forceja por criar uma atmosfera que a arranque à vida e à morte. O sonho e a dor revestem-se de pedra, a vida consciente é grotesca, a outra está assolapada. Remoem hoje, amanhã, sempre, as mesmas palavras vulgares, para não pronunciarem as palavras definitivas. E, como a existência é monótona, o tempo chega para tudo, o tempo dura séculos.




Raúl Brandão
 
 
 
 
 
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fotografia http://www.portugalnotavel.com/a-ilha-praia-de-tavira/













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