Ashes and Snow Gregory Colbert Nomadic Museum Feather to Fire Laurence Gregory Colbert has used both still and movie cameras to explore extraordinary interactions between humans and animals. This excerpt is entitled Feather to Fire, and is narrated in three languages (mais)
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Quase divino ...
Ashes and Snow Gregory Colbert Nomadic Museum Feather to Fire Laurence Gregory Colbert has used both still and movie cameras to explore extraordinary interactions between humans and animals. This excerpt is entitled Feather to Fire, and is narrated in three languages (mais)
Tanita Tikaram: Cathedral SongGostei imenso do filme.
E da voz, claro !
Mas, sobretudo, do filme.
Imaginei-(me) num certo Sul ...
domingo, 9 de setembro de 2007
que me anula como pessoa atual e comum:
é uma lucidez vazia, como explicar?
Assim como um cálculo matemático perfeito
do qual, no entanto, não se precise.
Estou por assim dizer
vendo claramente o vazio.
E nem entendo
aquilo que entendo: pois estou infinitamente maior que eu mesma,
e não me alcanço.
Além do que:
que faço dessa lucidez?
Sei também que esta minha lucidez
pode-se tornar o inferno humano
– já me aconteceu antes.
Pois sei que
– em termos de nossa diária
e permanente acomodação
resignada à irrealidade –
essa clareza de realidade
é um risco.
Apagai, pois, minha flama, Deus,
porque ela não me serve para viver os dias.
Ajudai-me a de novo consistir
dos modos possíveis.
Eu consisto,
eu consisto,
amém.
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A lucidez perigosa
Clarice Lispector
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sábado, 8 de setembro de 2007
quinta-feira, 6 de setembro de 2007

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(copiei este texto, certinho e direitinho, para as folhas do caderno porque, várias vezes, pensei escrever exactamente isto e nunca o fiz. Em conversas informais manifestei a minha incompreensão relativamente à performance deste casal. Subscrevo inteiramente o sentimento aqui enunciado pela Isabela. Como não conseguiria fazer melhor ... copiei !)
Publicado por Isabela em Quarta-feira, Setembro 05, 2007
Etiquetas: caso Maddie McCann
Foto: Luís Forra/Lusa
terça-feira, 4 de setembro de 2007
o corpo da pupila.
A sombra. E as estátuas
por onde ver-te vinha
animal. E parava
redondo na retina.
O grande movimento era-nos sempre
margem de olhar um rio.
Ia-se-nos perdendo
ver algum navio
entrar nas águas de tê-lo
alguma vez ouvido.
Ou, se quiserem, havia o movimento.
E, à volta dele, o rio
estava perto de sermos
lugar. Ponto de frio
de onde os amantes sempre
partiram esquecidos.
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Sobre as Horas (1963), Fernando Echevarría
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segunda-feira, 3 de setembro de 2007
Resposta de Michael Cunningham (entrevistado por Antonio Monda) :
"(... )Vejo que começamos logo pela Grande Pergunta. A parte mais séria de mim mesmo, aquela que está seriamente intencionada a não se deixar apanhar desprevenida por ninguém, diz: «Que esperas? Admite-o: Deus é uma coisa que inventámos para podermos conviver com a consciência da nossa mortalidade.» Os cães e os gatos pensam que vão viver para sempre, e não têm nenhum deus. Não consigo deixar de notar que as únicas espécies conscientes, desde o início, do facto de que um dia deixarão de viver são aquelas que erguem catedrais e organizam procissões com estátuas vestidas com túnicas. Mas, ao mesmo tempo, um universo que não contemple uma inteligência harmónica e superior de qualquer tipo é algo tão estéril... (...) É fácil, especialmente quando envelhecemos, orgulharmo-nos de nós mesmos devido à capacidade que temos de ver através de tudo, mas quando conseguimos ver através de tudo, encontramos o nada. E pergunto-me se eu, ou quem quer que seja, desejarei sincera e realmente ver-me assim tão desiludido por viver num mundo inteiramente desprovido de qualquer elemento de magia ou de mistério (...)"
in Acreditas? conversas sobre Deus e a religião, Antonio Monda
http://literati.net/Cunningham/CunninghamBooks.htm
domingo, 2 de setembro de 2007
http://www.lightamillioncandles.com/counter.jsp
Nona Sinfonia de Beethoven___________________________
A definição de belo é fácil: é aquilo que desespera
Valéry , Paul
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sexta-feira, 31 de agosto de 2007
Morreu Umbral. Luto de letras ...
Nestas férias voltei a pegar em Umbral ... li, com enorme gozo, "E como eram as ligas de madame Bovary ? ", editado pela Campo das letras em 2005, um desfiar de retratos irónicos e deliciosamente anedóticos que nos falam " do cabelo verde de Baudelaire, do falhanço de Stendhal, dos pecados de Clarín, da cozinheira de Proust, da orelha de Van Gogh, do namorado de Oscar wilde, do surrealismo burguês de Magritte ou das ligas de Madame Bovary. Um percurso de grandes figuras, figurões e fetiches literários do autor, onde não faltam KafKa, Cocteau, Dali, Dora Maar, Kipling, Joyce, Viginia Woolf, Simenon, Sartre, Juan Rámon Jiménez, Graham Greeen, Eugenio d`Ors, Cela ou Saramago ".
Há, na escrita de Umbral, uma espécie de malícia que nos fustiga (sobretudo ás mulheres). Chega a ser irritante. É uma escrita com nervos.
Ambos os livros foram traduzidos de castelhano para português por Carlos Vaz Marques.
A propósito ...
Carlos Vaz Marques: Francisco Umbral conjugava lirismo com cinismo
terça-feira, 28 de agosto de 2007
* Excerto do artigo " relativismo moral " escrito por Judea Pearl, matemático e professor universitário, pai de Daniel Pearl, o jornalista do Wall Street Journal, assassinado brutalmente pela al-Qaeda no Paquistão, em Janeiro de 2002 (tinha 38 anos). Este artigo foi publicado na edição impressa da revista The New Republic. O filme, que está em fase de lançamento nos Estados Unidos, estreará em Portugal em meados de Setembro próximo.
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Passo assiduamente nesta rua mas, desta vez, decidi ficar mais algum tempo. Decidi entrar na conversa que se faz urgente. Ainda com as orelhas quentes da entrevista de ontem, feita pelo jornalista Mário crespo - SIC notícias, a Gualter Baptista do GAIA e da VERDE EUFÉMIA, mas isso é outra história ! Um fenómeno de transgenia ontológia ...
Só quando alguém nos entra no quintal é que começamos a pensar ? Se calhar é assim, porque só quando entramos no quintal do outro é que somos notícia ...
e ... isto também é grave, mesmo muito grave !
A palavra perdeu poder ? Agora é ao pontapé ?
Gosto do diálogo, da discussão pública, gosto de acreditar que é a busca activa do conhecimento do outro que relativiza positivamente as diferenças, que nos espanta, que nos encanta, que nos humaniza, que amacia a vida, que promove a inclusão, que dilui os guetos.
Porém, hoje, confesso-me desiludida ...
Tornei-me intolerante para com a palavra tolerância.
Penso que temos que ter uma atitude mais pró-activa (como agora se usa dizer ...)
Temos que inventar outras palavras mais assertivas, mais comprometidas.
O termo tolerância está gasto ! Cito este artigo porque me revejo inteiramente na perspectiva do autor. Somos diariamente confrontados com o cinismo da condescendência, com o pseudo relativismo da indiferença, com a ambiguidade do termo " tolerância ".
Quem tolera quem ? Quem tolera o quê ? Porquê ?
A tolerância é, em si mesma, arrogante e paternalista. Resulta de uma assimetria de poder.
A dita "tolerância" lesa cinicamente a democracia, chega a ser ingrata, ao demitir-se de fazer valer regras e valores fundamentais, que outros nos legaram com o sacrifício extremo da própria vida.
Vou ver este filme ...
segunda-feira, 27 de agosto de 2007
A arte de perder não tarda aprender; Perca algo a cada dia. Aceita o susto Pratica perder mais rápido mil coisas mais: Perdi o relógio de minha mãe. A última, Perdi duas cidades, eram deliciosas. E, - Mesmo perder-te a ti (a voz que ria, um ente |
" UMA ARTE "
Elizabeth Bishop
Tradução de Horácio Costa
para que tu me queiras e me chores
num poente de rouxinóis cantores,
com um punhal, com beijos e contigo.
Quero matar o único testigo
do assassínio destas minhas flores
e converter meu pranto e meus suores
num eterno montão de duro trigo.
Que não se acabe nunca esta madeixa
do quero-te e me queres, sempre encendida
com lua velha, com sol que se queixa;
Coisa que negas, por mim não pedida,
para a morte será, que jamais deixa
nem sombra pela carne estremecida."
" O poeta diz a verdade "
in "Sonetos del amor oscuro"
Frederico Garcia Lorca
(Tradução de José Bento)
O poeta foi assassinado num fatídico Agosto (1936)
domingo, 26 de agosto de 2007
Polémico . Culturalmente activo . Sabedor.
Sportinguista. Ser total (mente) inquietante. Desconcertante.
Assim, rendido à paixão ...
" Sei apenas que sofro absurdamente quando o Sporting está a perder e que partilho a alegria de todas as vitórias ( ... ) "
30-05-2005 - O jogo, antes e depois
21-06-2005 - O naufrágio (do Sporting na época 2004-2005)
10-08-2005 - A pré-história da minha ida ao futebol
04-10-2005 - Fado (sobre a crise no Sporting 2005-2006)
23-05-2006 - A derrota
08-06-2006 - Dispersos
26-06-2006 - Jogos com fronteiras
27-06-2006 - O país em guerra
01-09-2006 - Crise no futebol
05-09-2006 - E viva o futebol!
14-09-2006 - Assim vale a pena
30-01-2007 - No terceiro lugar
Ver aqui video de homenagem no Famafest.
Ideia de LA ...
Fotografia de Hyam YaredCasimiro de Brito
in " Na barca do coração " (um diário no ano 2000 e uma colecção de poemas), ed. Campo das letras, 2001
sábado, 25 de agosto de 2007
Congresso Internacional de História Oral
De 26 a 28 de Outubro
Vai realizar-se, nos próximos dias 26, 27 e 28 de Outubro, o I Congresso Internacional de História Oral, a ter lugar no Auditório da Biblioteca Almeida Garrett e no Palácio de Cristal, no Porto.
Sob organização do Instituto de História Contemporânea da Faculdade de Letras da Universidade do Porto - FLUP - , com a realização deste evento pretende-se chamar a atenção do público português para uma disciplina desconhecida por muitos, mas fundamental para perceber a compreensão do passado mais recente. A História Oral destaca-se enquanto metodologia de recolha de memórias ‘vivas' através de entrevistas gravadas, baseando-se nas experiências de vida únicas de cada indivíduo. É uma História vivida e contada na primeira pessoa - uma História Viva -, que permite traçar uma imagem mais rica e completa do passado, explorando aspectos da realidade histórica normalmente não documentados. Realidades que vão estar em discussão num congresso em que marcarão presença figuras cimeiras internacionais da História Oral e investigadores portugueses que exploram esta área do saber. O objectivo é reflectir com todo o rigor científico sobre a História Oral, fazendo um balanço da sua trajectória passada, e equacionando o futuro a partir dos seus desenvolvimentos recentes.
Para mais informações consultar: Gabinete de Eventos e Relações com o Exterior da FLUP Telefone: 22 607 71 05
Email: mmoreira@letras.up.pt
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
Menino do rio
(Caetano Veloso)
Menino do rio, calor que provoca arrepio
Dragão tatuado no braço,
calção corpo aberto no espaço
Coração de eterno flerte, adoro ver-te
Menino vadio, tensão flutuante do Rio
Eu canto pra Deus proteger-te
O Hawaí seja aqui, tudo o que sonhares
Todos os lugares, as ondas dos mares
Pois quando eu te vejo eu desejo o teu desejo
Menino do rio, calor que provoca arrepio
Toma esta canção como um beijo
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
ENCONTRO ANUAL DO ICOM
20 - 22 August 2007 |
|
Contact: Hochschule für Angewandte Kunst bzw. Hochschule für Bildende Kunst? Martina Griesser-Stermscheg? Tel. +43/ (0)1 / 71133 - 4810 Fax +43/ (0)1 / 71133 - 4819 |
sexta-feira, 17 de agosto de 2007

World Press Photo 2007 no Museu da Electricidade, em Lisboa, até final de Setembro. Este ano celebra-se a 50.ª edição do mais importante prémio mundial de fotojornalismo.
Veja aqui algumas das fotos vencedoras do concurso do ano passado
quinta-feira, 16 de agosto de 2007
Figueira
ó árvore que irrompes da tua secura
suportando o penoso desdobrar de teus ramos
amaldiçoada
ofereces ainda a doçura de teus frutos
a sombra de tuas folhas
a firmeza do teu apego à terra
Ó dura bruta forma
heroína da escassez
ó teimosa
que insistes e insistes
e nos ensinas
que a vida é feita de incessantes mortes
e que a nós
suas futuras vítimas
nos aguarda
a todo o momento
a derrocada do templo
sem nenhum outro fruto
além da amargura
Ó doçura
porque amargas tanto
a nossa tentação de florir
ao mesmo tempo sendo tudo
e nada ?
Ana Hatherly, Rilkeana
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Festa de Nª Srª do Rosário de Troia (Caldeira - 2007)
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No meio das trevas, sorrio à vida, como se conhecesse a fórmula mágica que transforma o mal e a tristeza em claridade e em felicidade. Então, procuro uma razão para esta alegria, não a acho e não posso deixar de rir de mim mesma. Creio que a própria vida é o único segredo
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Luxemburgo, Rosa
in " Cartas da prisão "
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
Para memória futura
Festa de Nª Srª do Rosário de Troia (caldeira)
Ao consultar o arquivo das imagens desta festa, realizadas no ano passado, arrepiei-me quando vi que tinha uma fotografia exactamente igual a esta ! Ou seja, os mesmos barcos, na mesma posição, captados por mim sensivelmente à mesma hora, neste mesmo sítio.
O mesmo deslumbre. O mesmo alinhamento ...
Voltarei a encontrar- (me) com esta simetria " azul-festa " fustigada pela brisa do Sado ? voltarei ? E ... eles, voltarão ?
Vou esperar, em silêncio, para não quebrar o encanto . . .
Vou fazer de conta que o nosso encontro é pura coincidência.
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O encontro de uma objectiva ama-dor-a com dois barcos azuis, no mesmo sítio, à mesma hora, um ano depois.
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OXALÁ ! (gosto tanto desta palavra ...)
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| Há pensamentos que são orações. Há momentos nos quais, seja qual for a posição do corpo, a alma está de joelhos |
in citador
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Fragmentos. ruínas. estórias. memórias. sínteses individualizadas da História ( ? )
"(...) Magda saiu do quarto de banho envolta no roupão e estendeu-se ao lado dele, abraçando-o pelo peito. - Em que pensavas, enquanto eu tomava banho ? - segredou-lhe ao ouvido. - Nos dias que vêm ou em mim ? Nestor abriu-lhe o roupão, puxou para si o corpo fresco e perfumado e, boca com boca, murmurou: - Pensava que tu és o meu destino ... Sentiu-se sugado por uma força irresistível que o atraía inelutavelmente para as profundidades de um lago de águas azuis e calmas, e deixou-se ir como num voo, cada vez mais longe, cada vez mais fundo ..."
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Leonel Cosme
in A Separação das Águas (Angola 1975-1976) pag. 246, 1ª edição, Julho 2007
quinta-feira, 9 de agosto de 2007
Os meus 10 mais ...
Normalmente, nas férias de Verão, não vou ao cinema. Perco-me noutras aragens. Gosto de sentir que o tempo escorre lento e livre ... sem programas nem destinos. É tempo de ler, de deambular, de conversar ... de apreciar. Sobretudo de apreciar ...
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Abri aqui uma excepção. Esta " ida ao cinema " foi especial. Soube-me bem, não precisei de sair do sítio onde estou. Bastou-me fechar os olhos ...
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http://10daminhavida.blogspot.com/
- Morte em Veneza - L. Visconti
- Dogville - Lars Von Trier
- A janela indiscreta - A. Hitschock
- 1900 - B. Bertolucci
- Andrei Rublev - A. Tarkovski
- O pianista - Roman Polanski
- Dersu Uzala - Akira Kurosawa
- Persona - Ingmar Bergman
- Paris, Texas - Wim Wenders
- O Império dos sentidos- N. Oshima
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Também gosto infinitamente de David Linch - " Uma história simples " e de outros ...
segunda-feira, 6 de agosto de 2007
é pelo leve vínculo da cegueira/
que desço aos pressagiados abismos.”
"Aos olhos daqueles que me não conhecem, mesmo aos daqueles que conhecendo o homem desconhecem o poeta, passarei por intratável, ou coisa pior, como por intratável é tido o autor desse monumento que são os «Exemplos», João Vário, o mais notável poeta cabo-verdiano desde Eugénio Tavares, pai da moderna lírica crioula. Dizia que aqueles que me não conhecem achar-me-ão isso - tudo porém em nome duma fidelidade tão intransigente quanto consciente, porque um poeta que não é uma inconveniência social é apenas um reprodutor da ordem vigente, mesmo se comprazendo em sofisticados jogos de máscaras; porque um poeta que não sabe que a vida é sempre noutro lugar — não confundir esta exigência de superação com qualquer primarismo messiânico — é apenas um jogral de salão, cabide onde o mundo pendura as suas honrarias."
sábado, 4 de agosto de 2007
quarta-feira, 1 de agosto de 2007
AMOR, GUERRA, POESIA ...

terça-feira, 31 de julho de 2007
Celebro este dia de televisão ...


domingo, 29 de julho de 2007

Cidade Velha. Cabo-Verde.

"O Diário Gráfico como Comunicador 1
Ternura foi o que senti quando a Erica me pediu para desenhar a sua avó, a Dona Filó, que vendia fruta ali mesmo ao lado. E quando lhe disse que a avó era muito bonita, foi logo a correr dizer-lhe. "

Por portas e travessas fui dar a ESTE excelente blog de Eduardo Salavisa " Desenhador do quotidiano ", um diário gráfico de rara beleza. Um precioso caderno.
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Encantada com o traço, a figuração e ... as temáticas. Estes desenhos, para além de arte, são um valioso registo. Um acervo documental das coisas de todos os dias, que os dias engolem. Uma espécie de Etno(grafismo) do olhar. De um certo olhar ...





