quinta-feira, 16 de novembro de 2006

Amadeo de Souza-Cardoso



Exposição a não perder !
Aproveitem a hora de almoço para alimentar o espírito ...

Fundação Calouste Gulbenkian
De 15/11/2006 a 14/01/2007
10h00 às 18h00
Galeria de Exposições da Sede, Piso 0 e 01

Lisboa

Obrigada Hugues de Varine


Recebi hoje esta msg de Hugues de Varine que me deixou muito, muito orgulhosa ...


"Bravo ! Je mets un lien à votre blog sur mon site."
Hugues de Varine Consultant en développement local et communautaire1 rue Duvergier - F 75019 Paris - Tél. +33 (0)1.40.34.48.74www.interactions-online.com
Hugues de Varine é hoje uma referência bibliográfica incontornável para o aprofundamento da Museologia como Ciência, campo multidisciplinar do saber, ao serviço das pessoas, das comunidades e do desenvolvimento local.

Do muito que tem escrito ressalto este texto online :

"O DIREITO DE APRENDER
Hugues de Varine*. A educação popular assente no património torna-se, hoje em dia e no mundo inteiro, um factor essencial do desenvolvimento local, ( ... ) "

http://www.direitodeaprender.com.pt/revista02_02.htm







Presto-lhe aqui pública homenagem pelo imenso contributo que as suas reflexões, compromissos e práticas têm dado ao pensamento museológico contemporâneo !

Agradeço-lhe a atenção pessoal que dá a cada museólogo, a cada experiência museológica, a cada passo da acção museológica comunitária ... em qualquer parte do mundo. Devemos-lhe isso !

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Caderno de campo digital

GOOGLEI " Caderno de campo " e encontrei este estudo que me pareceu muito interessante pois creio que a Antropologia visual poderá vir a ser uma forte aliada da Museologia social. Fica o resumo, a sugestão de leitura e o caminho ...


Luiz Eduardo Robinson AchuttiI; Maria de Nazareth Agra HassenII

IUniversidade Federal do Rio Grande do Sul - Brasil
IIUNIRITTER - Brasil, Universidade Federal do Rio Grande do Sul - Brasil


RESUMO

A pesquisa apresenta uma experiência de etnografia e fotoetnografia com equipamento digital. Busca registrar as transformações por que passa uma comunidade rural e pesqueira pertencente a Viamão, na Grande Porto Alegre, RS, Brasil. Margeada pelo rio Guaíba (na verdade, lago) e pela lagoa dos Patos (na verdade, laguna), com a chegada do asfalto no ano de 2002 e a abertura à visitação de parque de reserva ambiental, a vila, chamada Vila de Itapuã, passou a atrair visitantes e a romper com o isolamento. Tal isolamento foi determinante para que na década de 1940 no local fosse construído o Hospital Colônia, uma prisão-tratamento para leprosos. A pesquisa busca registrar a cultura açoriana ali remanescente e, sobretudo, pensar o moderno que penetra o tradicional e todas as implicações desse entrelaçamento na construção de uma identidade local. Paralelamente à modernização que alcança o campo da investigação, a pesquisa também traz inovações metodológicas, ao testar e ampliar o uso da fotografia digital como um recurso para a fotoetnografia, discutir os seus recursos e limites e também os recursos da Internet, uma vez que o caderno de campo é publicado sistematicamente no site www.ufrgs.br/fotoetnografia, no ar desde o mês de julho de 2003.

Palavras-chave: fotoetnografia, fotografia, identidade, trabalho de campo.


How to cite
Electronic Document Format (ISO)
ACHUTTI, Luiz Eduardo Robinson and HASSEN, Maria de Nazareth Agra. Caderno de campo digital: antropologia em novas mídias. Horiz. antropol. [online]. 2004, vol. 10, no. 21 [cited 2006-11-14], pp. 273-289. Available from: . ISSN 0104-7183. doi: 10.1590/S0104-71832004000100012.
Electronic Document Format (ABNT)

segunda-feira, 13 de novembro de 2006

II Jornadas de Museologia - 9 e 10 Novembro




O jovem Museu da Chapelaria foi o anfitrião deste belíssimo encontro! Foram dois dias de comunicações e de debates que trouxeram para a ribalta o cerne da Museologia Social e o importante papel dos museus de comunidade no terceiro milénio.
Que longo caminho temos feito ... movimentos internacionais - MINOM e afins, museológos, museus comprometidos com as comunidades e o desenvolvimento pessoal, voluntários, amigos dos museus, parceiros. Valeu a pena! As discussões amadureceram, as práticas estão a alterar-se e parece que estamos finalmente a chegar ás PESSOAS ! O Museu da Chapelaria está de parabéns ! Os museus estão a tornar-se mais AMIGÁVEIS, INCLUSIVOS e INSPIRADORES !

E ... a propósito de amizade

quarta-feira, 8 de novembro de 2006

Tarde Intercultural chinesa no Museu do Trabalho Michel Giacometti


Reportagem efectuada por Irene Lei, redactora principal do Jornal " Sino "

Setúbal, Setembro de 2006
Participação e cidadania (grau de)

Partindo da definição de que participação é o grau de envolvimento dos actores sociais na tomada de decisão, a sua lógica e racionalidade são factores – chave para a compreensão do fenómeno. Este é um dos indicadores fundamentais e a alavanca da Qualidade em museus na perspectiva da Museologia Social.

As formas de participação e as motivações que a sustêm, são fundamentais para a eficiência do sistema da Qualidade em museus. É através da participação das pessoas que se identificam os problemas e é também com a participação das pessoas que eles se resolvem. A Gestão da Qualidade é, neste e noutros aspectos, consonante com o paradigma da Nova Museologia, centrado na comunidade e na participação em ordem à satisfação das pessoas. Este indicador ( grau de participação ) e os descritores que lhe estão associados informam um dos processo-chave da museologia Social e são a expressão mais fiel da avaliação da Qualidade em museus.


Isabel Victor
in dissertação " Os museus e a Qualidade " - Universidade Lusófona 2004 / Cadernos de Sociomuseologia
A Participação como Processo-chave da Qualidade em museus

A opacidade, mais ou menos generalizada, dos museus na sociedade, sustentada pelo discurso do auto elogio da diferença (virtual porque não comprovada ou porque só pontualmente testemunhada em áreas específicas do saber), enfraquece a sua capacidade de intervenção, restringe a comunicação, promove o autismo social e desmotiva as parcerias inter organizacionais. Pensamos que os museus ganhariam imenso em adoptar as ferramentas e conceitos da Gestão da Qualidade, como instrumento de medição dos resultados obtidos pelos museus na prossecução das missões, comparando-nos com os de outras organizações (benchmarking), como medida efectiva de avaliação relativa do impacto destes na sociedade. Falta uma linguagem comum que permita comparar, sem preconceitos, o desempenho social dos museus com o de outras organizações, tornando-os mais acessíveis, “ usáveis” e transparentes.

A opacidade dos museus, enquanto organizações, inibe as expectativas dos cidadãos relativamente à sua participação nos processos museológicos e na avaliação dos resultados, devido à dificuldade objectiva em compreender como o podem fazer e quais os benefícios que daí advêm para os indivíduos e para a comunidade. O cidadão terá que saber, objectivamente, o que pode esperar da entidade organizacional museu no contexto da sociedade actual e, enquanto membro da comunidade, saber como pode participar activamente na definição da sua missão, comprometer-se com a visão, identificar-se com os valores, entender a especificidade processual do fazer museológico e, sobretudo, ter parte activa na autoavaliação, como meio fundamental para prosseguir a melhoria contínua.

O enfoque na participação como processo–chave da Qualidade em museus, tem conduzido, no interior e no exterior da comunidade museológica, ao questionamento desta lógica organizacional e da ideia de museu que lhe está subjacente, impulsionando reflexões que visam a reavaliação dos conceitos e práticas convencionais que modelam a acção museológica e a revisão das missões dos museus no que toca à sua função social e à percepção efectiva da Qualidade, como conceito abrangente, indissociável dos ideais de desenvolvimento e de cidadania. A nosso ver, a permanência do preconceito relativamente à autoavaliação e participação efectiva dos cidadãos, assenta na opacidade dos modelos convencionais de gestão, baseados em administrações burocráticas, centradas no controle das funções e das pessoas, mais preocupadas com os objectos do que com os objectivos, idolatrando o que permanece e desperdiçando o que fluí.

Não nos podemos esquecer que nem toda acção museológica conduz a produtos finais identificáveis e que a dimensão processual da museologia social (a “caixa negra” que regista as mudanças de rumo e os fluxos varáveis de participação) carece de ser avaliada e explicitada como evidência primordial da Qualidade em museus.

A Gestão da Qualidade assenta na autoavaliação, flexibilização e transparência das organizações, como via para o desenvolvimento pessoal, a democratização das sociedades e a satisfação das pessoas entendidas como input e output do sistema da Qualidade

A dimensão ontológica do museu, como lugar onde se pensa o mundo próximo e distante, em ordem à mudança, contra a exclusão, obriga a um exercício permanente de observação e negociação, resultante do diálogo entre os museus, as pessoas e as organizações, formais e informais, com perspectivas diferenciadas de sociedade, valores, culturas e patrimónios. Esta não é tarefa fácil porque, como todos sabemos, não há museus neutros nem políticas inócuas.
Há que fazer opções, estabelecer compromissos, firmar contratos sociais com os parceiros e ter uma visão clara sobre o sentido a dar aos museus, inequivocamente expresso nas missões, fortalecido no auto conhecimento e na avaliação comparativa dos resultados. Ter uma clara percepção do que representa a museologia, enquanto ciência - expressão do pensamento contemporâneo e o campo da acção museológica - a práxis que traduz o posicionamento dinâmico dos museus na sociedade, face aos graves problemas com que se deparam hoje as pessoas e as comunidades, no imenso mundo global onde impera a solidão individual.

Neste mundo complexo e ruidoso as pessoas precisam de silêncio, anseiam ser ouvidas e o Museu pode ser esse espaço cerimonioso de escuta. A disponibilidade para ouvir é também uma forma activa e atenta de suscitar a livre participação e favorecer as expressões identitárias dos diferentes grupos na comunidade.



Isabel Victor
Museu do Trabalho Michel Giacometti
museutrabalho@iol.pt
Setúbal, Novembro 2006

terça-feira, 7 de novembro de 2006

Tarde de Goa no Museu do Trabalho


in Tarde Intercultural sobre" Goa ", no Museu do Trabalho Michel Giacometti, com família Fernandes, de origem goesa, passagem por Moçambique e residência actual em Setúbal/Barreiro e o prof Doutor Teotóneo de Sousa - Universidade Lusófona de Humanidades, em Lisboa (Departamento de História )

O Museu intercultural: utopia ou, simplesmente, um caminho ?







O Museu Intercultural, se existisse, seria uma espécie de templo, um imenso locus de conhecimento, onde cada pessoa, com as ferramentas da sua cultura, as habilidades do seu SER e a força das suas memórias, animasse com os seus, à sua maneira, no seu tempo, amplos debates, foruns abertos a audiências globais, em “altares” de livre criação, ciclos de comunicação interpessoal (sempre inacabados), inquietantes, que se renovariam a cada novo olhar, em cada novo ciclo ...

Este Museu /Templo inominável, multiforme, experimental, filosófico, onde apenas a mudança é permanente, aparenta fragilidade, parece volátil, causa estranheza, mas revela, como nenhum outro, a fluidez do vivido, o ineditismo da experiência projectado a partir de cada um (da sua singularidade), numa rede infinita de paradoxos, memórias e esquecimentos. 

Este Museu /Templo, feito de pessoas, assumiria as múltiplas formas dos anseios ( também dos medos) dos seus actores, em espaços imaginários de representação. 
Seria como que um terreiro ficcional, onde se contemplam admiráveis metáforas, criadas e recriadas a partir dos universos individuais, de diásporas herdadas.

Este Museu / Templo da Interculturalidade , (com)vivencial, seria um observatório privilegiado. Um espaço cerimonioso de escuta. Um itinerário crítico de (auto) descoberta. Uma viagem ao âmago das identidades conflitantes geradas pelas diferenciações, desigualdades, etnias, gerações, géneros e representações. Como nos vêem, como nos vemos, o que vemos e queremos ver , as multiplas  e ilusórias reflexões - o eterno jogo de espelhos.


Comunicar, ou melhor, comunicar-se entre culturas exercita a (des)codificação das formas singulares de (com)viver e de (re)contar a diversidade experienciada. A comunicação intercultural produz conhecimento; opera rupturas epistemológicas, metalinguagens que transformam vidas significativas em estórias significantes que são, afinal, a essência do Museu / Templo da Interculturalidade. 

O Museu utópico / Templo de Interculturalidade, desmaterializado  (em contra.tempo) é em si mesmo, mutante, contaminante e inclassificável.
A Interculturalidade é um conceito em construção e o Museu Intercultural o lugar antropológico dessa utopia. Um espaço relacional, histórico e identitário. Lugar de autorepresentação das culturas - um espaço performativo que interpela e apela (que se expõe).

Estamos na fase aprender a viver entre culturas e o museu, tal como hoje o conhecemos, poderá ser esse espaço ( multi)vivencial, de (auto)conhecimento e desenvolvimento pessoal. 

Basta que abra as portas à diversidade e aceite ir mudando até que outros o reconheçam como algo significativo e contaminante. Um lugar poético pleno de sentido (de sentidos).



isabel victor, Setúbal, Junho 2006,
"interculturalidade em museus"
Museu do trabalho Michel Giacometti

www.mun-setubal.pt/MuseuTrabalho

Página " A Qualidade em museus "

www.aqualidadeemmuseus.net

Esta página dedicada à qualidade em Museus teve a sua origem no Projecto “O Público dos Museus em Portugal: Caracterização e motivações” (POCTI - 33546 Centro de estudos de Sociourbanismo da ULHT). e tem como objectivo para além de divulgar os resultados do referido projecto disponibilizar um conjunto de recursos que poderão ser úteis a todos aqueles, museólogos e investigadores, preocupados com a qualidade nos Museus

O estudo original, partiu das premissas dos estudos de público de museus, mas, progressivamente foi encontrando diversas limitações, pelo que se iniciou um processo de procura de alternativas mais conformes com objectivo final que se pretendia. Este objectivo era na verdade, estabelecer a metodologia necessária ao desenvolvimento de estudos que avaliassem efectivamente o impacto dos museus na sociedade, e não somente nos visitantes.Desenvolver estudos de público com base numa ideia de museu desfasada daquilo que hoje se entende como função estruturante das instituições museológicas, reduzia também consideravelmente, o interesse desses mesmos estudos. Neste sentido foi necessário ter em consideração a conceituação de Museologia, tal como tem vindo a ser tratada pelas novas correntes de pensamento (e de práticas), genericamente denominadas de Nova Museologia, Ecomuseologia, Museologia Comunitária, no quadro das quais foram integradas na teoria museológica, entre outras, as ideias de participação, desenvolvimento local, prestação de serviços, conceito alargado de património, de território e de gestão cultural.
Neste quadro aprofundou-se o entendimento daquilo que diferencia o público do utilizador.
Ideias chave: Qualidade nos Museus. Público versus Utilizador. Prestação de serviços, Nova Museologia. Ecomuseologia. Museologia Comunitária. Desenvolvimento local.
Registadas 110 inscrições provenientes de todo o País(23/05/2006)


Acesso á página do Centro de Estudos de Sociomuseologiawww.territorio-cultura.net



Programa do XIII Encontro Nacional Museologia e Autarquias

Como chegar ao IPQ (é muito facil)

Texto debate preparado por Isabel Victor

Resumos das intervenções



Textos de apoio para o Encontro.

Standards, performance measurement and the evaluation of ecomuseum practice and ‘success’ , Peter Davis

Estrutura comum de Avaliação -CAF 2002

Application of advanced manufacturing technologies to conservation, restoration and reconstruction of cultural and historical heritageFernando Cruz & António Ramos Pires



Bibliografia

Links



Livros recentes:

Garcia, Nuno Guina, O museu entre a cultura e o mercado: um equilíbrio instável - Coimbra: IPC, 2003. - 224 p. ISSN 1645-8672; 2 ISBN 972-98593-2-9

François Mairesse, Missions et évaluations des Musées, Une enquête à Bruxelles et en WallonieEdictions L'Harmattan, Paris, 2004 • 238 pages

A avaliação da Qualidade em museus

Constatação:

A avaliação do impacto real dos museus na sociedade é uma problemática residual da Museologia, em particular da Museologia Social, que tem como epicentro as pessoas, as expectativas, os problemas e os processos. As múltiplas aquisições resultantes da acção museológica de recorte social geram, com frequência, mudanças qualitativas de enorme significado, nem sempre expressas em produtos finais identificáveis através dos modelos convencionais de avaliação de públicos.

Problema: Faltam-nos ferramentas e/ou instrumentos de avaliação efectiva de resultados, indicadores do impacto dos museus na sociedade, critérios mensuráveis e formas equivalentes de os nomear e comparar.


Essa inquietação conduziu-nos, por sucessivas aproximações, à busca de respostas para os problemas identificados, na hipotética aplicabilidade, aos museus, das ferramentas teóricas e práticas da Gestão pela Qualidade, no seu modelo referencial da Qualidade Total, com eficácia sobejamente demonstrada noutros sectores da sociedade

A abordagem, ainda que com caracter exploratório, conduziu-nos às seguintes formulações:



· Que benefícios podemos esperar do diálogo dos museus com outras organizações de natureza diversa, ou afim, com notório impacto na sociedade, recorrendo ao exercício metódico de observação e identificação de boas práticas, ao esforço efectivo comunicação inter-organizacional e ao reconhecimento de que, independentemente da especificidade das organizações em presença, é possível medir com objectividade a eficácia relativa dos respectivos desempenhos, expressa em resultados para os cidadãos.

Problema: Falta-nos uma linguagem comum que permita o entendimento inter-organizacional e expresse inequivocamente quem somos, o que fazemos, o que pretendemos vir a fazer e com quem queremos ou nos poderemos vir a comparar



Que desafios para o campo da ciência museológica, poderá trazer a reflexão crítica e afinamento de conceitos, hipoteticamente gerada pelo salto epistemológico resultante do cruzamento da Museologia com outras áreas do conhecimento, no caso em apreço, a Gestão da Qualidade, orientada para o primado da pessoa e da sua satisfação, a busca sistemática e pedagógica da melhoria contínua, as práticas auto-reflexivas , as novas gramáticas comunicacionais e as múltiplas aprendizagens daí resultantes, com reflexos esperados no crescimento pessoal e no reforço das identidades socio-profissionais que abarcam os dois campos de acção.

Problema: A operacionalização de conceitos e, sobretudo, os preconceitos . . .


Isabel Victor
Museu do Trabalho Michel Giacometti

museutrabalho@iol.pt

Centro de Estudos de Sociomuseologia da Universidade Lusófona
Maio 2006

Memória ...

"Quando se gosta da vida, gosta-se do passado, porque ele é o presente tal como sobreviveu na memória humana. "

Marguerite Yourcenar
MINOM Alportel, Setembro 2006

Andrei Rubliov

"Andrei Rublyov" (1969 - 120m)

SINOPSE Andrei Rubliov foi o segundo filme do realizador Andrei Tarkovsky e trata-se da vida de um pintor de ícone russo do século XV, talvez o primeiro grande artista russo.Andrei Tarkovsky segue o pintor pelas terras miseráveis da Rússia da Idade Média, cruzando-se com bobos, loucos e outros artistas, enfrentando a violência e até uma crise de fé.Esta obra prima, reveladora da visão única de Tarkovsky sobre o poder da arte, foi condenada pelas autoridades russas e só ao fim de cinco anos foi estreada.Trata-se de um comovente mosaico do tempo, que consegue transformar as lutas e alegrias humanas em actos divinos.
Interpretação - Anatoli Solonitsyn, Ivan Lapikov, Nikolai Grinko, Nikolai Sergeyev, Irma Rauch, Nikolai Burlyayen, Yuri Nazarov


Realização - Andrei TarkovskyArgumento - Andrei Konchalovsky, Andrei TarkovskyProdutor - Tamara OgorodnikovaProdução - MosfilmFotografia - Vyacheslav OvchinnikovTradução - Alexandre Bazine

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