domingo, 28 de setembro de 2008

Antropologia das religiões




Prof. Jean Lambert, especialista de História e Antropologia das religiões, na Faculdade de Letras da UP
dias 3 e 4 de Outubro, 2008
Um dos maiores especialistas de história e antropologia das religiões (membro titular de EHESS- CEIFR - Centre d' Études Interdisciplinaires du Fait Religieux- Paris), Prof. Jean Lambert, estará no Porto, Faculdade de Letras da UP, nos próximos dias 3 de 4 de Outubro de 2008. Apoio da Embaixada Francesa. Iniciativa do DCTP

No dia 3, sexta-feira, pelas 18 horas, no Anfiteatro 2 da FLUP, Jean Lambert pronunciará uma conferência sobre: "Comment l' Anthropologie Comparée des Monothéismes Méditerranéens (Judaisme, Christianisme, Islam) éclaire-t-elle les faits religieux d' aujourd'hui"(Como é que a antropolgia comparada dos monoteísmos mediterrânicos, judaísmo, cristianismo, islamismo, esclarece as fenómenos religiosos actuais)



Há no interior de cada monoteísmo uma tensão fundamental, uma bipolaridade desse religioso, entre a justiça (o julgamento) e aquilo que de certo modo é o seu oposto, e que a ultrapassa - a compaixão. (VOJ, em Trans-ferir)



Uma das obras do autor:« Le Dieu distribué, une anthropologie comparée des monothéismes », édition du Cerf, collection Patrimoines, Paris 1995.






No dia 4 de Outubro, o Prof. Jean Lambert estará à disposição dos interessados para falar sobre temas da religião na Faculdade de Letras do Porto, a partir das 11 horas, na Sala de Reuniões.


Apoio:CEAUCP - Centro de Estudos Arqueológicos das Universidades de Coimbra e Porto



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Acorda-me cedo



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... o sulco da palavra apura-se no sentido maior do silêncio.
um após outro o prazer eleva-se na pausa do som. amanhã mesmo
falaremos da harmonia no tom se não esquecermos o rio.
desconstrói-dizias.
e a certeza a concentrar ritmos delirantes.
suspende o ar-dizias. é lá que começa o canto dos olhos no esboço
do que me tentas. inventas-dizias.
falta o vinho para crescer a sede. falta o tempo para beber o medo.


acorda-me cedo.








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de Maria Quintans,"Apoplexia da ideia", Papiro.editora

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___________La sofocación

Foto Por António Jorge Nunes


"Podríamos tocarnos, pero esa vecindad nos paraliza./Inane la yertez, rigor el rijo./Ricos, variados olores de flor y perdición./Desvarío en jardines invisibles de brea./Ahora que me estoy muriendo/Ahora que me estoy muriendo/La sofocación alza del cielorraso relámpagos enanos/que se dispersan en la noche definitiva e impasible."

Néstor Osvaldo Perlongher, em "Chorreo de las iluminaciones"



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quinta-feira, 25 de setembro de 2008





"São meninas que rompem a penugem do tempo e no espaço da tela sonham rugas invisíveis e bosques bidimensionais (...)"

de Isabel Mendes Ferreira, a propósito das "Alices sem fim" de João Concha





uma exposição. um pintor. uma poeta. um filme. 36 testemunhos. o mote e as variações para falar de brincar no museu

Sábado, das 15 ás 18. ludicamente. lucidamente

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terça-feira, 23 de setembro de 2008

O descoincidir
























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A quem senão a ti direi
como estou triste? Mas se a tristeza vem
de tu não estares, como ta direi, como hei-
de juntar o que me está doendo ao ven-
to que não bate mais à tua porta? Eu sei

que a tristeza é só isto, é só isto,
o descoincidir consigo mesmo, eu sei,
descoincidir com os outros, estava previsto
porque dentro de si o mundo não coincide e
não há senão tristeza. Em cada um está Cristo

sempre abandonado, cada um abandonado
a si mesmo, sem princípio e sem fim,
pois no princípio o amor era dado
promessa de te ter sempre junto a mim
não ausência, nem dor, nem habitado

ser por todo este absurdo. Morrer
um pouco, disse, sem saber o que dizia
pois eram só palavras, como se a prometer
tudo aquilo que havia e não havia.

Não haver palavras és tu a desaparecer.



Bernardo Pinto de Almeida
Abandono de Hotel Spleen, Quetzal 2003
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"Vou adiante de modo intuitivo e sem procurar uma ideia: sou orgânica. E não me indago sobre os meus motivos. Mergulho na quase dor de uma intensa alegria – e para me enfeitar nascem entre os meus cabelos folhas e ramagens."
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Clarice Lispector
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segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya




No próximo dia 25 de Setembro, no Museu Nacional de Etnologia, terá lugar uma mesa-redonda no âmbito da exposição
Pinturas Cantadas: arte e performance das mulheres de Naya
17h Visita à exposição
18h Primeira apresentação pública do filme Songs of a sorrowful man
18h30-20h30 Mesa-redonda
Participantes:
Lina Fruzzetti, Universidade de Brown
Ákos Östör, Universidade de Wesleyan
Rosa Maria Perez, ISCTE
Joaquim Caetano, Museu de Évora


Joaquim Pais de Brito, Museu Nacional de Etnologia, Moderador

Fonte: No mundo dos museus (blog Museologia/Museus)
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domingo, 21 de setembro de 2008

O poeta como nu




fotografia John Dugdale




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um dia apareceu um poeta sem pétalas. nunca tal se vira. sem pétalas, dizia-se, estava igual a nu, coberto de nada que o diferisse, como se ser poeta não trouxesse marcas à flor da pele. algumas pessoas riram-se nervosamente, e só por isso o estranho poeta se foi embora sem outra notícia






Valter Hugo Mãe









Vencedor do Prêmio José Saramago de romance, 2006.




Livros de poesia: bruno (2007), pornografia erudita (2007), livro de maldições (2006), o resto da minha alegria seguido de a remoção das almas (2003), útero (2003) , a cobrição das filhas (2001) e três minutos antes de a maré encher (2000). No Brasil saíram seus poemas reunidos em: mil e setenta e um poemas (Thesaurus, 2008)



Página do autor: www.valterhugomae.com

segunda-feira, 15 de setembro de 2008

A poesia tem comunicação secreta com o sofrimento do homem

Pablo Neruda





Fotografia http://www.darrenholmes.com/


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domingo, 14 de setembro de 2008

Divino combate. Dolorosa peregrinação. Desabei.



... um livro de confissões. Uma peregrinação interior em que a bailarina torce o pé, o saltador derruba a barra, o arquitecto se senta debaixo da abóbada, e no fim, ela desaba. O médico e o seu doente são um só, face dupla da mesma moeda. O médico provoca o Criador, não lhe vai na finta, evita o engodo. Mas no cais despede-se, e pede perdão por não ter sido parceiro para tal desafio.»
Do prefácio de António Damásio



sábado, 13 de setembro de 2008


Fotografia: autor(a) Ana Franco
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"como se os olhos fossem feitos para concluir mas não para olhar"
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de clarice Lispector - Uma maçã no Escuro
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Antropofagia da Memória

A Revista do Patrimônio nº 31, com o título Museus - Antropofagia da Memória e do Patrimônio, traz artigos inéditos sobre a transformação das linguagens museográficas, a musealização de sítios arqueológicos, o papel social dos museus, sua dimensão enquanto espaços de representação social, além de questões de gestão e o desenvolvimento de ações educativas. Completam a edição documentos e ensaios de atuantes e pensadores da área, como os Andrades - Rodrigo Melo Franco, Mario e Oswald -, Lygia Martins Costa, Paul Valéry, Theodor W. Adorno e Walter Benjamin, oferecendo uma densa e poética interpretação acerca da natureza simbólica do espaço museológico.

Sector de Publicações do Iphan,
e-mail publicacoes@iphan.gov.br
telefone (61) 3414-6101.

terça-feira, 9 de setembro de 2008

A ultima aula





http://www.thelastlecture.com/



"A Última Aula" é a história em volta da emocionante palestra dada por Pausch em setembro de 2007. Tradição criada por muitas universidades, em que os professores são convidados a dar uma última aula, imaginando o seu falecimento próximo.
Randy Pausch não precisou de esforço para se imaginar na situação, uma vez que sofre de um grave e incurável cancro no pâncreas.



mais em ...

http://www.estreladepedra.blogspot.com/

segunda-feira, 8 de setembro de 2008


Don Quijote, de Orson Welles






“(...)Esto es una miseria, una completa miseria. A nadíe le importa nada de nada. Y cuando uno trata de agitar aisladamente este o aquel problema, una u outra cuestión, se lo atribuyen o a negocio o a afán de notoriedad y ânsia de singularizarse. No se compre aqui ya ni la locura. Hasta el loco créen y dícen que lo será por tenerle su cuenta y razón. Lo de la razón de la sinrazón es ya hecho para todos estos miserables. Si nuestro señor Don Quijote resuscitara y volviese a su España andarán buscándole una segunda intención a sus nobles desvaríos.(…)”

in " Vida de Don Quijote y Sancho" de Miguel Unamuno

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Gostei tanto ...


Aquele Querido Mês de Agosto , o único filme português presente em Cannes, incluído na Quinzena dos Realizadores, é um objecto cinematográfico aliciante. Junta documentário, ficção e mete toda a equipa de rodagem dentro da acção do filme, como se fosse exigida uma participação de tipo antropológico no facto social. Estamos no domínio do Portugal profundo, rural, das festas tradicionais, das procissões e milagres, dos emigrantes que passam férias na aldeia natal, dos intrépidos heróis que se atiram da ponte para o rio e roubam casacos ao marroquinos...Tudo no enquadramento da musica popular, ligeira, romântica a condizer com as paixões de adolescentes e o gosto dos mais velhos, inconformados com os U2 e os AC//DC cantarem em inglês. O universo de Aquele Querido Mês de Agosto , na Beira Interior, remete-nos para o verdadeiro Portugal não globalizado, indiferente ao consumo de massas, em que a satisfação das necessidades básicas passa por uma refeição bem servida com um leitão cozinhado à moda da terra, bem regada com vinho tinto. Esqueça-se também a arrogância intelectual, de um qualquer artista de rádio nacional com depressões cantadas em verso inglês. Aqui respira-se o ar puro da serra e a vida, o pulsar da vida dos portugueses nas canções de Marante, Dino Meira e Tony Carreira .





“Todo grande filme de ficção tende ao documentário e todo grande documentário tende à ficção e, quem optar por um, encontrará necessariamente o outro no fim do caminho”


Jean-Luc Godard





Ora, aqui está um grande exemplo. " Aquele querido mês de Agosto " , o filme dentro do filme.

Excelente estrutura narrativa. Um filme Cativante. Surpreendente. Inteligente. Audaz ...
A sala estava vazia. Pude escolher a fila e até mudar de lugar após o intervalo, mas isso é um mal a que nos vamos habituando. Deixo aqui o repto ... o filme merece. O cinema português precisa.


Parabéns à equipa (muito especial para a Lisa Persson)



No dia 26 de Setembro, na FNAC do Chiado, a Papiro Editora vai proceder ao lançamento do livro 'Apoplexia da ideia', cujos autores são Maria Quintans (escrita) e João Concha (ilustração).




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Ponto de encontro no Chiado ás 18 ... a rigor :))
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domingo, 7 de setembro de 2008







... há dias que são como espaços preparados
para que tudo doa.



roberto juarroz



http://www.robertojuarroz.com/










a trágica elipse do tédio



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a errância da água
redentora.vital
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a Sul d`esta uterina ambiência.
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quinta-feira, 4 de setembro de 2008

O que fazem os antropólogos ?


Museus e Património Imaterial

Agentes, fronteiras, identidades (Ciclo de Colóquios)

Terrenos Portugueses: O que fazem os Antropólogos?

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – 13 Outubro 2008

O Património Cultural Imaterial constitui um campo de actuação patrimonial largamente coincidente com os temas preferenciais dos estudos antropológicos ao longo do seu primeiro século de existência. Do mesmo modo, a Antropologia constitui um dos campos disciplinares de referência, em termos teóricos e metodológicos, para o estudo e o inventário dos vários domínios que configuram aquele Património, de acordo com a respectiva Convenção da UNESCO: tradições e expressões orais; expressões artísticas e manifestações de carácter performativo; práticas sociais, rituais e eventos festivos; concepções, conhecimentos e práticas relacionados com a natureza e o universo; processos e técnicas tradicionais.

Tendo lugar na Universidade onde há 30 anos a disciplina passou a integrar os estudos superiores em Portugal, e inspirado pelo cada vez mais evidente truísmo “A Antropologia é o que fazem os antropólogos”, o Colóquio procurará a reflexão sobre o percurso da Antropologia Portuguesa, identificando os seus principais ciclos e respectivos paradigmas de actuação, bem como sobre a diversidade de objectos de estudo dos antropólogos na actualidade, no contexto de uma sociedade em permanente mudança. Serão assim colocadas em diálogo diferentes abordagens da denominada “cultura popular”, aqui circunscrita não apenas pelos objectos tradicionais da disciplina mas também por temas e problemas emergentes no âmbito das sociedades modernas, e que se revelam bons para pensar os objectivos e os limites da aplicação da Convenção para a Salvaguarda do Património Cultural Imaterial.

Colóquio organizado em parceria com CRIA (Centro em Rede de Investigação em Antropologia)

Organização | Inscrições:

Instituto dos Museus e da Conservação

Departamento de Património Imaterial

Tel: 21-365 08 65 w Email: dpi@imc-ip.pt w www.ipmuseus.pt

Apoio:

Faculdade de Ciências Sociais e Humanas – Universidade Nova de Lisboa

Prémio Xesús Taboada Chivite


Ilmo. Concello de Verín
Praza do Concello. 32600 Verín (Ourense)
Tlfnos: 988 410 000 / 988 410 001 / 988 410 334. FAX: 988 411 900.
http://www.verin.net/, e-mail: mailto:alcalde.verin@arrakis.es


GABINETE DE COMUNICACIÓN



Nota de Prensa

A antropóloga Paula Godinho ganha na Galiza o Prémio Xesús Taboada Chivite

Paula Godinho, professora do Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, ganhou o Prémio Xesús Taboada Chivite com o trabalho Ouvir o galo cantar duas vezes. Identificações locais, culturas de orla e construção de nações na fronteira entre Portugal e a Galiza. O prémio, ao que concorreram onze trabalhos, está dotado com 6.000 euros, adquirindo os organizadores os direitos de edição. A obra ganhadora foi premiada por unanimidade por um júri composto pelo Prof. Dr. Fernando Acuña Castroviejo, vice-presidente do Padroado do Museo do Pobo Galego (Santiago de Compostela); o Prof. Dr. José Gandra Portela, em representação da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro; o Prof. Dr. Lourenzo Fernández Prieto, representante da Universidade de Santiago de Compostela; a Prof. Dra. Susana Reboreda Morillo, em representação da Universidade de Vigo; o Prof. Dr. Carlos Francisco Velasco Souto, representante da Universidade da Coruña, e o Dr. António Manuel Alves Ramos, em representação do Museu da Região Flaviense (Chaves).

O Prémio Xesús Taboada Chivite

O Prémio Xesús Taboada Chivite está organizado pela Mancomunidade de Municípios da Comarca de Verín (Galiza) e tem como objectivos promover trabalhos de investigação científica nos âmbitos da arqueologia, a antropologia e a história. Também pretende homenagear ao investigador Xesús Taboada Chivite pela sua obra de estudo e divulgação nessas disciplinas. O passado ano fez-se a primeira convocatória da segunda etapa do prémio, com motivo do centenário do nascimento do autor homenageado. Na primeira etapa, entre os anos de 1988 e de2000, ganharam o prémio reconhecidos investigadores galegos, como José Eduardo López Pereira (Cultura, superstición e Etnografía de Galicia a través de Martiño de Braga), Xoán Bernárdez Vilar (A etapa portuguesa de Colón, e a súa viaxe a Tile), Antonio Balboa Salgado ( Natureza e Etnografía do Noroeste da Península nas fontes clásicas) ou José Manuel Vázquez Varela (Estudo Antropolóxico da Veterinaria Popular en Galicia).
Características da obra

Ouvir o galo cantar duas vezes. Identificações locais, culturas de orla e construção de nações na fronteira entre Portugal e a Galiza é uma densa e profunda investigação (320 páginas) sobre as fronteiras como fenómeno cultural e sobre as relações, “complexas e multidimensionais”, que se geram entre as comunidades locais fronteiriças. A autora, sob um ponto de vista histórico, começa a sua análise a criação das nações portuguesa e espanhola, e faz um estudo muito pormenorizado do Tratado Fronteiriço de 1864, pelo que se fixaram os limites actuais entre o Estado português e espanhol. O estudo premiado centra-se, sob o ponto de vista antropológico, especialmente no sector da “raia seca” compreendido entre o município português de Chaves e os galegos de Verín, Vilardevós, Oímbra e Cualedro. Como afectam às relações de cooperação e conflito nas que sempre se vincularam as veigas de Verín e Chaves os mapas mentais fronteiriços produto dos processos políticos nacionais? Como se desenvolveu a especificidade neste território da sua situação de marginalidade? Como se vive a integração na Comunidade Europeia? Estas são algumas das questões que a autora estuda no trabalho galardoado com o Prémio Xesús Taboada Chivite.

A autora premiada

Paula Godinho é antropóloga e professora no Departamento de Antropologia da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade Nova de Lisboa, onde lecciona antropologia aplicada aos movimentos sociais e às fronteiras, e orienta teses de doutoramento em colaboração com a École des Hautes Études em Sciences Sociales (París) e Universidad Pablo Olavide (Sevilla). Como investigadora realizou trabalho de campo no Norte de Portugal, na fronteira galega e no Ribatejo, e tem publicado, entre outras obras, Memórias da Resistência Rural no Sul (Couço, 1958-1962) e O leito e as margens - Estratégias familiares de renovação e situações liminares no Alto Trás-os-Montes raiano.
A autora premiada foi professora convidada na Universidade de Santiago de Compostela (2003) e na Universidade de Vigo (2006), tendo feito conferências e orientado cursos em diversas universidades europeias.

Fotografia Natasha Gudermane











El muro de cristal en medio del océano:

nadie desate la maldición.

Es necesaria la herida que te coma y te beba

para que la palabra se cumpla.



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