segunda-feira, 31 de dezembro de 2007


Deixo-vos com o Willy ...

Estes olhos dizem tanto !

Espero-vos em 2oo8


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The Golden Age of Couture: Paris and London 1947 - 1957

Outfit by Christian Dior
22 September 2007 – 6 January 2008
Exhibitions, Room 39 and North Court
This glamorous exhibition focuses on Parisian and British couture between 1947-1957, a decade that Christian Dior described as the ‘Golden Age’ of fashion. On display are stunning gowns and exquisite tailoring from designers such as Balenciaga, Norman Hartnell, Balmain and Givenchy, as well as Dior.



Singing Sinatra

Jack Vettriano - The Singing Butler - Art Print - globalgallery.com-



Vesti-me a rigor e saí para dançar ...


Inesperada.mente
Vermelho a a.mar


na areia ...
indelevel.mente

perdida.mente

celebrei

Perdi o Norte ?

Que sorte !
(quase morte)







quinta-feira, 27 de dezembro de 2007

Y si Dios fuera una mujer






Ay Dios mío, Dios mío ...

qué venturosa, espléndida, imposible, prodigiosa blasfemia.

Mario Benedetti - Poemas




Benazir Bhutto ( faltam-me as palavras ... )

Acendi uma vela e fiquei a pensar ... como é possível ? Benazir é agora um nome sonante no meu coração. Uma aragem quente, a acender velas de coragem. Gritos de revolta ! ...

Benazir Benazir Benazir ... repetidamente (um nome quase familiar ... )

http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u358459.shtml

«Ce drame est le dernier d'une série record d'attentats suicide dans l'histoire du Pakistan, qui ont fait plus de 780 morts en 2007. Le plus meurtrier, pour l'heure, avait déjà visé une manifestation du parti de Benazir Bhutto: le 18 octobre, deux kamikazes avaient tué 139 personnes lors d'un gigantesque défilé de sympathisants qui célébraient, à Karachi, la grande ville du sud, le retour de l'ex-Premier ministre après six années d'exil.» [Nouvel Obs]

domingo, 23 de dezembro de 2007


Fotografia de Sérgio Jacques, Campanário do Mosteiro de Leça do Balio



Deixo-me arrastar pela sedutora vertigem que me inculcam estes sítios, ponto de partida de tudo quanto de melhor me foi dado conhecer. Sinto-me repentinamente quite de todas aquelas anteriores imagens que ainda há pouco ameaçavam diminuir-me, liberto daqueles laços que ainda me levavam a acreditar ser impossível despojar-me, no plano afectivo, da personagem que ainda na véspera era. Abra-se esta cortina de sombras, e deixe-me eu guiar, sem receio, rumo à luz ! Gira, sol, e tu, noite imensa, afasta do meu coração tudo quanto não seja a fé na minha nova estrela !

" O Amor Louco", André Breton, Editorial Estampa, Lisboa, 1971 (pag. 67)

Um Natal tão especial ...




Depois de muitos ensaios ... o Natal sonhado e cantado por meninas lindas, lindas, lindas!
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Festas felizes


Oscar Peterson, até sempre ...

terça-feira, 18 de dezembro de 2007





Então, é um cafézinho ?
Está tanto frio ...
Hoje não come nada ? Tenho daquele queijo ...

daquele curado, da serra.
Também tenho requeijão de Serpa ... chegou hoje, prefere ?



Tem pão do Torrão, sr Helder ? (Tenho ali um, mas é de ontem ...)

Não faz mal, até prefiro ...
Então, parta-me uma fatia fina com requeijão e tire-me um cafézinho.

Alguns minutos depois, debruçado na mesa ...



Trouxe-lhe o seu cafézinho (cheio em chávena fria, é dogma ... evita palavras), o pãozinho com requeijão e ... um fiozinho de mel ... vai provar este mel. Depois diga-me ...



Dobro o jornal local, que está sempre por ali, deito um olhar em busca de caras conhecidas ... mergulho naquele repasto quente, doce e único ...

entretanto, do meu canto, ouço as conversas ... enleio-me ...

observo o jeito vagaroso do Helder a "passar lustro" nos chouriços, dispostos com preceito, em exposição natalícia. Um irresistível sortido de vistosos chouriços "armadilhados" para seduzir. Um aparato que infringe qualquer norma, que supera a mais requintada embalagem.



Quando estou muito tempo fora do meu bairro, tenho saudades do café do sr. Helder e do sr. Helder !

Tenho saudades deste mimo ...



ASAE sneando ...

Este fabuloso café, vai "mudar de mãos" depois do Natal,

porque ... o sr Helder só trabalha com produtos cuja origem e destino ele próprio controla (selfcontrol). Com produtos dos quais se orgulha, pelos quais responde sem hesitação, com os quais gosta de brindar os clientes ... o belo bacalhau cortado "como deve de ser" ( o que já lhe custou muitas dores naquele braço direito desgastado de tantos natais), as ovas de sardinha, o presunto pata negra, as frutas da moda, as garrafinhas de um vinho especial, as compotas da Quinta velha, os bolos da Rosarinho, os sonhos da Ivone ...

No café do sr. Helder, a garantia de qualidade é ele próprio, de cara levantada, há mais de trinta anos atrás do balcão, pronto para todos os elogios (também aceita reclamações ... mas essas nem precisam de livro ... são raras, muito raras, resolvidas cara a cara, em amena cavaqueira.)

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O cliente ter sempre razão ...

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Mas ... o sr. Helder está cansado e eu também.

Como se entrasse na casa de um amigo ...

confiança maior não há ...

conversamos. Confessamo-nos ...

desabafamos.





De que serve morrer saudável ?

Assepticamente só ...


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Seguramente ... um enorme desperdício.


domingo, 16 de dezembro de 2007







http://www.newseum.org/

Os museus como experiência emocional e cognitiva . Lugar onde se pensa o mundo próximo e distante. Ponto de encontro. Deriva ...




Porque hoje é Domingo ... visite o Newseum Washington , um Museu do terceiro milénio, que tem como tema gerador " a notícia ", o seu universo de representações e os fortíssimos impactos na sociedade. Um museu privado em Washington. Um grande tributo aos jornalistas que, em todo o mundo, se batem pela liberdade.



Tudo por uma verdade inconveniente ...



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"The Newseum is located at the intersection of Pennsylvania Avenue and Sixth Street, N.W., Washington, D.C., on America’s Main Street between the White House and the U.S. Capitol and adjacent to the Smithsonian museums on the National Mall."



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sexta-feira, 14 de dezembro de 2007

Reenvio esta mensagem ...


From: Museu da Música - mmusica@ipmuseus.pt
Subject: Viagens musicais à Alemanha, Bélgica e Portugal

As nossas viagens musicais pela UE terminam já no próximo dia 22 com um concerto comentado de guitarra portuguesa e cavaquinho, mas até lá teremos ainda a oportunidade de apreciar o trabalho que Willi Huber tem feito em prol do seu instrumento predilecto, a zither, e ainda o jazz made in Bélgica do Trio Vaiana.

.:: WILLI HUBER (ALEMANHA) ::.
Sábado, 15 de Dezembro de 2007 / 16:30 h

Prestes a chegar ao fim da nossa viagem, “saltamos” agora até à Alemanha para ouvir Willi Huber interpretar o instrumento da sua predilecção, a zither.

Geralmente associado à música folk, a zither será aqui apresentada por Willi Huber como um instrumento com várias facetas, capaz de percorrer a música de uma ponta à outra.


http://www.museudamusica-ipmuseus.pt/
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A entrada é, mais uma vez, livre.

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007




Os meus olhos são uns olhos,
e é com esses olhos uns
que eu vejo no mundo escolhos,
onde outros, com outros olhos,
não vêem escolhos nenhuns.
Quem diz escolhos, diz flores!
De tudo o mesmo se diz!
Onde uns vêem luto e dores,
uns outros descobrem cores
do mais formoso matiz.
Pelas ruas e estradas onde passa tanta gente,
uns vêem pedras pisadas,
mas outros gnomos e fadas
num halo resplandecente!!
Inútil seguir vizinhos,
querer ser depois ou ser antes.
Cada um é seus caminhos!
Onde Sancho vê moinhos,
D.Quixote vê gigantes.
Vê moinhos? São moinhos!
Vê gigantes? São gigantes!





" Impressão digital ", António Gedeão

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

http://www.e-cultura.pt/AgendaCulturalDisplay.aspx?ID=15774

"2008 - Um Festival Pina Bausch" será um festival diferente.

De 2 a 9 de Maio, Pina Bausch e a sua companhia vão estar presentes quase em simultâneo nos palcos do CCB e do São Luiz e em contacto muito directo com o público. Para além da apresentação de grandes obras da coreógrafa alemã (Café Müller — com a própria Pina Bausch em palco -, Nefés e Masurca Fogo), vamos ter filmes comentados, conversas com bailarinos da companhia e também com personalidades cujos percursos pessoais e profissionais se tenham, de alguma forma, cruzado com Pina Bausch.






Sobre literatura portuguesa online. E ... viva o " projecto vercial " !

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(...)

Começando por Gil Vicente, há uma edição brasileira do Auto da Barca do Inferno nos Google Books e os poemas escritos em castelhano estão publicados em sítios espanhóis. No Projecto Vercial, um projecto privado que colocou mais literatura portuguesa em linha que todas as instituições do Estado juntas, há uns fragmentos dos Autos da Índia e da Barca do Inferno. Existem em linha vídeos com fragmentos de algumas peças de Gil Vicente e, nalguns sítios de poesia e blogues, há partes de peças e alguns poemas.
A maioria das ligações do artigo da Wikipedia sobre Gil Vicente não vai dar a lado nenhum, o que significa que há um retrocesso da representação do autor em linha.

De Fernão Lopes há na Rede três crónicas para download na Biblioteca Nacional (ligações do artigo da Wikipedia) e no Projecto Gutemberg, o que, sendo útil, não é o melhor mecanismo para a "leitura" em linha e apenas o Projecto Vercial publica uma página com partes das Crónicas de D. Pedro, D. Fernando e D. João. E nada mais.
De Fernão Mendes Pinto há textos no sempre presente Projecto Vercial e na Biblioteca Nacional Digital, embora as ligações para esta última edição estejam quebradas na Wikipedia, e não seja fácil descobrir nas páginas a que se acede pelas ligações externas onde estão os textos. Partes da Peregrinação foram publicadas num blogue Carreira da Índia e nada mais ...

Bernardim Ribeiro está no Projecto Vercial e um ou outro poema disperso aparece em sítios de poesia, em particular brasileiros. Mas o texto da Menina e Moça não se encontra acessível e uma edição que existia de um amador americano tinha muitos erros de transcrição e parece ter desaparecido das primeiras procuras.A História Trágico-Marítima tem uns fragmentos no Projecto Vercial e uma edição em PDF na Biblioteca Nacional Digital e nada mais. Junto com a Peregrinação, este é um dos casos mais graves de sub-representação de uma obra identitária de Portugal e dos portugueses com muito pequena presença na Rede.

De Francisco Manuel de Melo há também muito pouca coisa em linha: uma referência às obras na Biblioteca Nacional Digital não funciona e escrevendo o nome do autor na procura não dá resultados. Existem edições académicas em PDF das Epanáforas de Varia História Portuguesa e da Carta de Guia de Casados e alguns poemas dispersos em sítios de poesia.

Dos grandes prosadores clássicos em português apenas o padre António Vieira está bem representado, com muitos dos seus mais famosos sermões integralmente publicados, com destaque para as edições brasileiras. É também um dos raros casos onde existe um índice dos seus textos em linha, cuidadoso, actualizado e acima de tudo simples de consultar e útil. "Não é grande desconsulação buscar e não achar?", perguntava o orador no seu Sermão da Primeira Oitava da Páscoa. No seu caso sempre há menos "desconsulação".Do padre Manuel Bernardes, um autor considerado como canónico para o português escrito, há muito pouca coisa em linha, uns fragmentos de prosa publicados no Projecto Vercial, em sítios brasileiros e apenas numa página brasileira e de índole religiosa se encontram alguns textos de Luz e Calor.
A mesma sorte não tem Frei Luís de Sousa, que, se não fosse o Projecto Vercial, praticamente não existia na Rede.

Bocage, o nosso último autor, para ficarmos no limiar do romantismo, está bem representado na Rede, embora padeça de dispersão que, no seu caso, é o preço do sucesso. Muitos dos seus poemas estão em blogues, sítios de poesia, páginas pessoais, embora a poesia erótica e satírica esteja menos representada do que o que se podia prever. O Projecto Vercial tem uma selecção da sua poesia "séria" e em muitos sítios se pode ler a sua Epístola a Marília sob o nome do seu primeiro verso a "Pavorosa ilusão da eternidade".Os resultados desta pesquisa com métodos comuns que representam as típicas literacias de procura na Rede são, para falar curto e grosso, catastróficos. Nem vale a pena estar a comparar com o que acontece em espanhol, francês, inglês e mesmo latim e grego.
Mas, oi tdbem quem krer falar = ao Bernardes? :- ).

(Versão do artigo no Público de 8 de Dezembro de 2007)

in :

segunda-feira, 10 de dezembro de 2007


© IMC/DDF, Fotógrafo José Pessoa
Óleo s/ tela 43,5 x 33,5
Proveniência: Lisboa
Inventário: 51
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Esta pintura faz parte do acervo do museu da Guarda
(mas, se puder, vá mesmo ao museu ... é sempre melhor, mais emocionante)

domingo, 9 de dezembro de 2007

Há cadeiras vazias na igreja de Palermo ...

Fotografia e Sérgio Jacques
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Cuando la virgen bendita
lo parió,
todo el mundo lo sintió.

Los coros angelicales
todos cantan nueva gloria;
los tres reyes, la vitoria
de las almas humanales.

En las tierras principal
esse sonó
cuando nuestro Dios nasció.


"Villancico", Gil Vicente








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Fotografia de Flor Garduño



Eu vinha para a vida e dão-me dias ... (ruy belo)



d`aqui


Puro nonsense . Há dias assim ...


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sábado, 8 de dezembro de 2007

?

LENDO VENDO OUVINDO ÁTOMOS E BITS

Será que algum jornalista de algum noticiário (vi o da SIC e parte da TVI, porque o "serviço público" está em maré de canções) me informa alguma coisinha, por minúscula que seja, sobre o que se passa na Cimeira UE - África, o que é que se está a resolver, que problemas existem, quem defende ou combate o quê, alguma coisinha de substantivo que não seja o trânsito de Lisboa, as idas e chegadas dos chefes de Estado, a segurança e as manifestações, os pratos do dia, e mais mil e um pormenores estereotipados destas coberturas jornalísticas em Portugal? Não é certamente o mais importante, pois não? A não ser que fique apenas o discurso oficial congratulatório de Sócrates e se tenha que ler a imprensa inglesa...

Absolutamente Abrupto ...


Djenné, Mali.Dezembro 2006 . Fotografia Maurício Abreu (viagens)


Relatório sobre o desenvolvimento mundial de 2008 - Agricultura para o desenvolvimento
(clicar para ler - doc pdf )

Africamente falando ...

"Diário de um sociólogo" de Carlos Serra



sexta-feira, 7 de dezembro de 2007

I Forum do Património Imaterial do Douro
Transmissores de património imaterial devem ser valorizados O director do Museu Nacional de Etnologia, Pais de Brito, defendeu hoje a valorização daqueles que dão a conhecer o património imaterial … more »No Mundo dos Museus...

Museus do Sec XXI - Conceitos, projectos, edifícios


Fotografia iv - Musée Quais Branly - Paris , inaugurado em Junho de 2006


Exposição e ciclo de conferências na Culturgest. Galeria 2
Lisboa: 8 de Dezembro de 2007 a 3 de Fevereiro de 2008

Nos últimos anos, por todo o mundo têm sido construídos numerosos museus ou tem-se procedido a renovações ou expansão de outros. As tentativas de muitas instituições de integrarem a arquitectura contemporânea no programa dos seus museus coloca mais uma vez a questão sobre a forma e a função de um museu e, simultaneamente, a discussão sobre as relações entre a arquitectura (o espaço) e a arte (a exposição).


Em 2000 Suzanne Greub, directora do Art Centre Basel organizou a exposição Museus para um Novo Milénio, que até 2005 foi apresentada em 17 museus ou centros culturais por todo o mundo (incluindo o CCB, em Lisboa).


A presente exposição vem no seguimento da anterior e apresenta 27 dos mais interessantes e seminais projectos de edifícios museológicos desenhados, acabados ou em construção, entre os anos 2000 e 2014. São projectos muito diversos que revelam diferentes pontos de vista sobre o conceito de museu, o seu papel na sociedade contemporânea e as suas traduções arquitectónicas.
Os projectos são apresentados através de modelos cuidadosamente escolhidos, fotografias, simulações por computador, plantas, desenhos, animações em DVD e vídeos. O Art Centre Basel concebeu cada uma destas apresentações em estreita colaboração com o respectivo arquitecto mas consistentes com as directrizes por si definidas de modo a obter-se uma unidade e coerência expositivas.
A exposição não só procura contribuir para o debate sobre a forma exterior dos museus mas também para chamar a atenção para os diferentes programas que as instituições concebem tendo em vista a satisfação dos seus públicos.


Concepção e coordenação: Art Centre Basel, Basel, Suíça _______________________________________________________________
Fonte No mundo dos museus (Blog Museologia)
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Percursos na Costa Azul ...

Descobrir e divulgar as tendências da produção artesanal do distrito de Setúbal (Costa Azul) foi o propósito deste livro.

Durante 10 meses, o contacto com os artesãos da região permitiu-nos conhecer produtos artesanais que, antes de mais, são o fruto de actividades que aliam o homem ao meio.

O fascínio por objectos únicos com 'história', envolvendo criadores e cenários de produção, animaram a descoberta de espaços e personalidades humanas que, em traços largos, nos revelam a identidade da região.

Este livro privilegiou um discurso sobre o homem e a paisagem e a cumplicidade entre saberes ancestrais, inovação e aproveitamento de recursos, no devir quotidiano onde tudo se mistura e transforma.

(Fazer este livro foi um prazer)

Editor: Região de Turismo de Setúbal - Costa Azul

Autores do projecto: Isabel Victor, Luís Jorge Gonçalves e Maurício Abreu
Produção e fotografias de Maurício Abreu
Texto de Isabel Victor e Luís Jorge Gonçalves
Design de José Teófilo Duarte

Formato: 23,5 x 30,5 cm; 128 páginas
194 fotografias a cores


http://www.mauricioabreu.com/middle_livros_pub_turismo.html

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quinta-feira, 6 de dezembro de 2007

Clique na imagem para ampliar


Arribas – Paisagens, Geologia, Fauna e Flora, é o título da exposição de fotografia do f2.8 – Colectivo de Fotografia, que está presente no Museu Nacional de História Natural – Museus da Politécnica, na Rua da Escola Politécnica nº. 58 em Lisboa, até 28 de Dezembro.

O f2.8 – Colectivo de Fotografia é constituído por um grupo de autores que têm por objectivo primordial potenciar e dinamizar experiências individuais e colectivas no campo da fotografia, numa diversidade de temas, de estilos e de abordagens fotográficas.

A exposição, que decorre de uma parceria celebrada entre o “ f2.8 CF “ e o Museu Nacional de História Natural, pode ser visitada de Terça a Sexta, das 10 às 17 horas e aos Sábados e Domingos das 11 às 18 horas. Encerra às Segundas e Feriados.

terça-feira, 4 de dezembro de 2007

Adolescência regressiva



«Vivemos hoje um período de menoridade e de adolescência regressiva em que, predominando o intelecto passivo, as pessoas se auto-satisfazem e auto-iludem com os lugares-comuns ideológicos, com os discursos demagógicos e com as ideias convencionais de gerações que, para repudiarem um certo tipo histórico de nacionalismo, perderam a própria identidade e já não sabem quem são ou para que são, como portugueses».
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de António Quadros - in "Portugal, Razão e Mistério".
citado por JAB, em :http://geometriadoabismo.blogspot.com/



“(…) it is not the object itself that produces desire but our desire that elevates an ordinary object into an impossible one.”

Todd McGowan “ The Impossible David Lynch
”, pp. 63-64




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domingo, 2 de dezembro de 2007

Recomenda-se ...
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___________ interview with Todd McGowan ... ____________
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Irene Flunser Pimentel moderará o debate ...


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5 de Dezembro, das 18h às 20h30
No auditório do SPGL, Rua Fialho de Almeida nº 3 (Bairro Azul) - Metro S. Sebastião.


Formato : intervenções de cerca de 15 minutos, para cada orador,
pela seguinte ordem:

Joana Lopes - Os católicos e a imprensa clandestina
José Augusto Rocha - Os “tribunais plenários”
Fernando Rosas - Os arquivos e os juízes dos “tribunais plenários”


*



A moderadora do debate, Irene Pimentel, pertence à segunda geração dos investigadores da nossa história contemporânea.

História da PIDE (ed. Círculo dos Leitores), lançado no final do mês de Outubro, é o seu mais recente contributo para esse estudo.

O seu anterior trabalho, feito em conjunto com João Madeira e Luís Farinha, tratava, como o título denota, das Vítimas de Salazar – Estado Novo e Violência Política (ed. Esfera dos Livros, 2007).


Em 2000 publicou um exaustivo estudo sobre História das Organizações Femininas no Estado Novo (ed. Círculo dos Leitores), abrindo novos caminhos para a investigação sobre a formação das mentalidades no Portugal do século XX.


Outro campo das suas investigações incide sobre a II Guerra Mundial, em especial sobre os refugiados que chegaram a Portugal, destacando-se, aqui, a obra que publicou em 2006, Em Fuga de Hitler e do Holocausto (ed. Esfera dos Livros).


Dentro do Movimento Cívico Não Apaguem a Memória! integra o grupo de trabalho que estuda a criação de um espaço de memória na antiga sede da PIDE/DGS, que se situava na Rua António Maria Cardoso, onde hoje se edifica um condomínio privado.







E ... o debate continua AQUI


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